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Sensações de uma brasileira (porém, estrangeira)
por Débora Didonê, didonesanches@yahoo.com
Ao sabor dos ventos e do leito do Rio Amazonas, eu, gaúcha e moradora da capital paulista, naveguei de Manaus a Belém para explorar e fotografar a então desconhecida metrópole encravada na região mais verde do país. A grande cidade se impôs, à primeira vista, nas águas da baía do Rio Guajará, com as ondas que sacudiam meu barco recém-chegado, pouco antes de o sol nascer. Belém, capital do Pará, mostrou-se tomada de carros, prédios, bares, restaurantes — tudo de um caos e de um prazer. É uma cidade que se assume cidade, com arrogância de cidade, mas diante do leito de um rio. Conta sua história na arquitetura, mostra os costumes no açaí e a sensualidade no balanço do lundu. Esse misto de reentrâncias indígenas, riscos europeus e de natural e urbano resulta em uma particular brasilidade.
Açaí, fruta típica do Norte, muito consumida com pirarucu (peixe), camarão descascado ou como sobremesa.
Casal dançando carimbó e lundu, danças típicas do Norte, de origem indígena e africana, respectivamente.
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Detalhe de um ônibus urbano da capital, a cerâmica marajoara é uma manifestação artística milenar originária da Ilha do Marajó.
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Fachada de prédio histórico de arquitetura portuguesa, na primeira rua de Belém.
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Mercado de Ferro do Ver-o-Peso, inaugurado em 1901, foi construído com peças de zinco trazidas da Europa.
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No final do Ver-o-Peso no bairro Cidade Velha de Belém, onde há comércio de peixes e açaí.






Janeiro 12, 2009 at 15:05
Querida,
Amei suas fotos, estão muito bem tiradas. Ainda não fui, estou saindo daqui de salvador dia 14 próximo. Mandei um e-mail apra voce, pelo yahoo estes días. Olha! Salvador, estar um verdadeiro agito, muita coisa acontecendo, lembro muito de voce. Estou com saudades. Onde vai passar seu carnaval? Tudo de bom para voce. Saudades e um grande beijo no coração
Alice